Terça-feira, Março 27, 2007
Domingo, Março 25, 2007
Água
BBC Brasil
A falta de acesso à água limpa atinge mais de um bilhão de pessoas, de acordo com alerta feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta quinta-feira, o Dia Mundial da Água.
A organização alerta que esse número pode dobrar até 2025, quando dois terços da população mundial pode estar sofrendo com problemas ligados à escassez de água limpa.
Os problemas relacionados à falta de acesso à água adequada matam mais de 1,6 milhões de pessoas todos os anos.
Segundo a OMS, 90% das mortes ocorrem entre crianças menores de cinco anos, principalmente em países mais pobres.
"Para cada criança que morre, inúmeras outras sofrem de problemas de saúde, produtividade reduzida e perda de oportunidades de educação", disse a diretora-geral da OMS, Margareth Chan.
Doenças
A água contaminada pode causar doenças com febre tifóide, cólera, malária, dengue e febre hemorrágica.
Segundo Chan, muitas das doenças e mortes poderiam ser prevenidas com o uso de conhecimentos e tecnologias básicas que já existem há anos.
"A melhoria da administração ambiental pode tornar mais difícil a sobrevivência e reprodução de transmissores de doenças, como mosquitos", disse. "A água é um assunto de todos. Nós deveríamos aprender uns com os outros."
A OMS alerta também que as mudanças climáticas podem piorar ainda mais a situação, ao aumentar os períodos de seca, alterar os padrões de chuva e derreter parte das geleiras do planeta.
"No (hemisfério) norte, a quantidade de chuva está aumentando, enquanto no sul os períodos de seca estão ficando mais longos", disse a OMS.
"Conflitos relacionados à água podem surgir em áreas atingidas entre a comunidade local e também entre países, porque dividir um recurso essencial e limitado é extremamente difícil.
Fonte: Tecno Cientista
Sexta-feira, Março 23, 2007
Satélite, arma contra manchas de óleo no mar
Imagens de satélite vão ajudar órgãos de defesa do meio ambiente a detectar e controlar vazamentos de petróleo na costa brasileira. A Coordenação de Programas de Pós-graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe) está desenvolvendo um sistema de monitoramento remoto das atividades petrolíferas no Brasil, com o auxílio de imagens de satélites canadenses, americanos e do Sistema Integrado de Vigilância da Amazônia (Sivam).
O sistema vai identificar a existência e a movimentação de manchas de óleo em águas brasileiras e sinalizá-las a autoridades ambientais e de defesa civil, para que tomem as medidas de controle. A Coppe está elaborando um mapa de áreas de sensibilidade para cruzar informações com o destino dos vazamentos e dar o alerta quando estiverem ameaçadas pelas manchas de óleo, segundo o professor Luiz Landau, coordenador do projeto.
O monitoramento remoto de derramamento de óleo deverá estar operando daqui a seis meses. Os R$ 9,2 milhões necessários para o projeto serão divididos entre os principais clientes: Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Marinha e Agência Nacional do Petróleo (ANP). A ANP assinou ontem convênio para participar do projeto e vai desembolsar R$ 6,86 milhões. O montante de recursos do Ibama está em discussão com a Coppe.
"A ANP contratou o serviço por um ano e meio. Depois teremos de renovar os contratos, porque o serviço será permanente", disse Landau. "Todas as autoridades relacionadas à atividade petrolífera têm de trabalhar em conjunto para reduzir os desastres ambientais", afirmou o diretor da ANP, Sebastião do Rego Barros.
A Coppe não vai elaborar os planos de controle dos vazamentos, que deverão ser feitos por empresas e autoridades ambientais. A Petrobrás, por exemplo, tem Centros de Defesa Ambiental, com equipamentos para conter vazamentos de óleo em nove regiões. A instituição, que colocou 20 pessoas no projeto, se limitará a dar informações sobre o destino das manchas de óleo.
Além da compra das imagens, a Coppe terá de investir na aquisição de um equipamento para receber as imagens dos satélites. O sistema já é usado em outros países, mas em menor escala, segundo Landau. "Nenhuma outra região onde se explora petróleo tem a dimensão da costa brasileira, com quase 8 mil quilômetros", destacou.
Fonte: O Estado de São Paulo.
Terça-feira, Março 20, 2007
Dente de Leão
Dente-de-leão é o nome vulgar de várias espécies pertencentes ao género botânico Taraxacum, das quais a mais disseminada é a Taraxacum officinale herbácea conhecida no . É uma planta medicinalBrasil também pelos nomes populares: taraxaco, amor-de-homem, amargosa, alface-de-cão ou salada-de-toupeira.No nordeste é conhecida por esperança: abre as janelas e deixa a "esperança" entrar na tua casa trazida pelo vento da tarde.
Fonte: Wikipédia
Quinta-feira, Março 08, 2007
Segunda-feira, Janeiro 15, 2007
Quarta-feira, Dezembro 13, 2006
Mata atlântica tem só 6,98% da área original, diz ONG
A redução porcentual verificada entre 2000 e 2005 é mínima, mas não em números absolutos. Em cinco anos, foram desmatados 95.066 hectares, equivalente a 8 mil Maracanãs. É muita vegetação derrubada para o bioma mais desmatado do País, um dos mais ameaçados do mundo e que guarda em locais de difícil acesso, como a Serra do Mar, seus maiores estoques.
Originalmente havia 136 milhões de hectares de mata atlântica. Em oito Estados analisados, sobram 9,47 milhões de hectares das florestas, restingas e mangues que formavam o bioma quando os portugueses chegaram.
Goiás foi o que desmatou num ritmo mais alto: 7,94% do que existia no Estado até 2000, passando de 41.800 mil hectares de floresta para 38.841 hectares, uma perda de 3.319 hectares.
Contudo, foi o Paraná que perdeu a maior área: foram derrubados 28.142 hectares de florestas e 87 hectares de restingas, ou 1,34% do que existia no Estado - e 29,7% de todo o desmatamento registrado na mata atlântica no período estudado.
Para o secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná, Rasca Rodrigues, o número deve ser comemorado, pois demonstra uma redução no ritmo de derrubada de 88%, comparado ao período de 1995 a 2000. Quanto aos motivos que ainda alimentaram o desmatamento, escalona uma série, de questões econômicas - “no Sul, onde estão os remanescentes, a população é pobre e tem lucro com a madeira” - a políticas - “há um confronto constante com os interesses locais”.
Ele também indica o crescimento da indústria da celulose no Estado como motor do desmatamento da mata nativa. Em nota oficial, ainda culpa um incêndio florestal em Bituruna, que consumiu 1 mil hectares, e assentamentos na mesma região. E diz que, apesar do aparelhamento crescente da secretaria, é impossível controlar a ação. “O desmatamento é um ato criminoso, assim como o seqüestro. Mas não dá para colocar um guarda em cada árvore.”
Fonte: Agência Estado
Colaborou Giovana Girardi


